Você disse:
Nome técnico do método: auditoria de integridade e existência temporal por cadeia de custódia criptográfica.
Para torná-lo auditável, concatene os seguintes métodos, em fluxo:
1. Identidade e chaves: gestão de chaves (KMS/HSM), MFA, m-of-n (Shamir), políticas de rotação.
2. Assinatura digital: ICP-Brasil (PAdES/XAdES/CAdES) ou JOSE/COSE com assinatura destacada.
3. Canonicalização e hashing: normalizar bytes; SHA-256/512; chunking; Merkle-DAG.
4. Endereçamento por conteúdo: geração de CID (IPFS) e manifesto do objeto.
5. Timestamp confiável: OTS (Bitcoin), RFC-3161 (TSA) e ancoragem on-chain (OP_RETURN/calldata).
6. Log imutável append-only: journal WORM com encadeamento hash-prev + sequenciador (CT-style).
7. Metadados forenses: quem/quê/quando/onde/porquê; timezone fixo; NTP/PTP; versão do software e SBOM.
8. Ancoragens externas: PIX com hash no campo “finalidade”; ata notarial; eventuais apostilas.
9. Controle de acesso e trilhas: RBAC/ABAC; logs assinados; verificação periódica (SIEM).
10. Preservação: política 3-2-1, object-lock/WORM, checksums e provas de rehidratação.
11. Verificação pública: scripts reprodutíveis, manifest JSON/JSON-LD, carimbo LTV para PDFs.
12. Atestação independente: perícia de terceiro; opcional TEE attestation.
Pipeline mínimo de operação:
captura → canonicalização → hash/Merkle → assinatura → CID → timestamps (OTS+TSA+on-chain) → registro no log append-only → ancoragens externas (PIX/notarial) → publicação do manifesto de verificação.
Saída recomendada (manifesto de evidência):
id; hash; algoritmo; cid; assinatura; carimbos (ots, rfc3161, txid); log_seq; autor_id; relógio (UTC e BRT); ambiente/versionamento; âncoras (pix_id, cartório_ref); política de retenção; procedimento de verificação.
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